| Chincana, Isla del Sol, Bolivia |
06/02 . Partimos às 8.30h no tradicional barco construído apenas com madeira e propolsionado por dois motores distintos. Os dois pequenos, mas um deles mais pequeno do que o outro, esse sempre estático movia o bote para a frente e o outro maior, dirigia, tendo uma especial pega aderente para o senhor o comandar com o pé. Ocupamos os lugares normais dianteiros enquanto que nos especiais iam os restantes mochileiros, todos eles do sexo feminino menos um, que já lá em cima na cobertura confessou: "Nao se calavam!". Bom momento esse, onde foram aparecendo curiosos, apanhando um frio desmedido ao qual fez frente as duas últimas aquisicoes, no âmbito do vestuário. Mas como nem tudo era mau, a vista maravilhava quaisquer olhos conectados a um coracao.
Chegamos, transportamos a nossa equipajene de hostel em hostel até elegir o tal. Foi só abrir a porta do quarto e instintivamente dizer sim. Espaco simples com duas camas para 5 pessoas, mas duas janelas opostas com um conteudo visual único. Para cada uma encontra-se um lago, do lado da porta existe a baia de onde chegamos, bem grande e repleta de embracacoes, na outra mira-se uma outra mais reservada do género praia paradisíaca, quase privativa. O quarto nao ficou em 25 bolivianos, mas os 28, fez a regra também nao perder forca ( devia de haver uma nota de 25 bol. já que quase tudo vale isso).
Durante o recorrido a pé ficamos um longo tempo na praia onde deu novamente para infrigir as regras e dirigir durante um bom curto espaco de tempo a embarcacao de um qualquer senhor respeitado e trabalhador que eu nao fui. No entanto somos tugas na Sudamérica.
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