| Museo de Arte Contemporânea, Niterói, Brasil |
28/02 . Descobrir o desconhecido não é uma especialidade de Simbad, de Érico, o Vermelho ou Copérnico. Nã há um único homem que não seja um descobridor. Ele começa descobrindo côncavo, o amargo, o salgado, o liso, o áspero, as sete cores do arco-íris e as vinte tantas letres do alfabeto; passa pelos rostos, mapas, animais e astros; conclui pela dúvida ou pela fé oeka certeza quase total da própria ignorância.
Atlas . Maria Kodama e Jorge Luís Borges
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